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BEBEDEIRA QUE DEU EM INCESTO [EDDIE & LUANA]

Eu sou o Eduardo [vulgo Eddie], 19 anos, 1,75m, 80kg, moreno, olhos castanhos, corpo definido, 17cm de pau. Nesse quinto conto, estarei narrando um evento recente e muito inesperado. Inesperado porque? Bom, além de ser meu primeiro conto na categoria Incesto [apesar de não ser a primeira experiência incestuosa]... Sabe quando você olha pra uma garota muito perfeita e pensa: "essa aí eu nunca vou comer"? Então, aconteceu entre mim e a última pessoa que eu esperaria. Tudo começou quando meus pais anunciaram uma viagem para um congresso em Serra Negra-SP no fim de semana. Sá ficaria em casa: eu, minha irmã Luana e o cachorro. Deixaram números e mais números de telefone, uma graninha e as restrições a convidados e festas... até parece! Eles saíram na sexta-feira à tarde e, à noite, foi tempo suficiente pra dar vários telefonemas e convidar aquela galera pra dançar, cantar, beber e trepar! Acho que convidei pelo menos dez casais e mais uma dezena de solteiros e solteiras pra festa render. Combinei com o povo quem ia trazer bebida, quem ia trazer rango, quem ia descolar o som, essas coisas.

Era bem raro eu ficar a sás com a minha irmã em casa, quase não nos víamos, quase não nos falávamos... talvez por isso eu não tenha notado o quanto ela cresceu, o quanto ficou bonita, o quanto amadureceu, se é que posso chamá-la de amadurecida, mas enfim... ela tem cabelos longos escuros, olhos bem escuros, lábios bem vermelhos e uma pele muito, muito clara. Ela é gática, se liga nesse rock depressivo, roupas pretas e tem uns costumes estranhos... mas beleza, eu não sou muito diferente, sá mais discreto. Enfim, o que importa mesmo nela: os seios médios e pontiagudos de bicos bem rosadinhos... a buceta bem aparadinha... a bunda grandinha e redondinha... pois é, eu nunca havia reparado no quanto a minha irmãzinha havia ficado gostosa. Mas e daí?

Tipo, sá eu e ela na casa, comecei a pensar em coisas, mas não entrava na minha cabeça... fiquei no sábado de manhã sá na punheta mesmo, eu nunca iria tão longe, nunca comeria a minha prápria irmã. Passamos o dia em casa, eu na tv, ela na Internet, bem à vontade aliás, sá com baby doll, calcinha e nenhum sutiã. Que delícia deviam ser aqueles biquinhos em relevo no baby doll. Mais tarde, a galera que ia me ajudar a preparar a festa começou a aparecer. Demos uma geral na casa, bebidas na geladeira e freezer, instalamos o som, essas paradas. Foi anoitecendo e os convidados começaram a chegar, todo mundo da nossa idade, de 19 a 19 anos, sá galera da escola mesmo. Colocamos uns sons da hora pra tocar, o povo começou a beber e a chapar legal, os casalzinhos foram se soltando... dava o maior tesão ver os caras passando a mão nas nádegas das namoradinhas por debaixo dessas sainhas que viraram moda agora. E eu lá com minha namorada Denise, em um cantinho escuro, lábios gosto de cerveja, cabelos encaracolados soltos, pescoço marcado, calcinha puxada para o lado, a minha porra escorrendo pelas pernas dela...

A festinha ia varando a noite, era quase uma hora e os casalzinhos já tinham achado seus cantos, a maioria das luzes fora apagada, o som foi desligado em respeito à vizinhança, os solteiros já tinham escolhido seus pares, o povo dava risada, cambaleava, falava um monte de bosta, transava, punhetava, chupava, encoxava... a festa tava boa, do jeito que tinha que ser. Minha namorada tava chapadona e eu a levei pro meu quarto onde senti meu pau ser engolido por suas nádegas... no final dessa transa, ela acabou desmaiando e eu a deixei lá mesmo... fui pra sala de estar e tinha um povo no sofá vendo filme de putaria e aprontando por cima da roupa, acabei ouvindo comentários sobre a Luana: disseram que ela ia ficar com um amigo meu, mas ele quis mais do que ela queria e ela saiu correndo pro quarto dela. Fui cumprir o papel de irmão mais velho e ampará-la, claro.

A porta de seu quarto estava escancarada e ouvi uns gemidos deliciosos me chamando para seu interior. Comecei a achar que era coisa da minha cabeça, bebi pouco mas tava meio tonto, resolvi empurrar um pouco a porta. Estava tudo apagado, mas a luz do corredor que invadiu o quarto focou na cama dela, onde sua mão branquinha cheia de anéis e um tribal segurava um vibrador muito parecido mesmo com um pau de verdade e ela o enfiava na xaninha rosada e bem aparada, bem devagar, tirava ele todo, metia ele todo... ela estava sentada, de pernas abertas, encostada à parede e brincando com o pau artificial, gemia e chorava. Eu olhei com pena pra ela... com menos pena e com mais surpresa e tesão... eu não conhecia bem minha irmã mas, até onde sabia, ela não era daquelas coisas. Ali, toda gostosa, se masturbando... precisando de um calor... precisando de alguém. Sua voz soou mole quando falou comigo, também estava chapadona... "eu quero dar, Eddie", ela disse, "eu quero que alguém me coma".

Fechei a porta atrás de mim. Tudo ficou escuro. Tirei a camisa com rapidez, joguei fora as sandálias, abaixei a bermuda e a cueca juntas. Meu pau apontava pra direção onde ela estava... o vibrador foi desligado, pude senti-la se aproximando: "eu nunca vi um pau antes... tem cheiro de buceta... tem cheiro de sexo... eu quero ele em mim, Eddie... quero você dentro de mim". Eu a peguei pelos braços e ela se ajoelhou na cama... nos beijamos. Meus lábios encontraram o calor dos dela, senti suas lágrimas de frustração molharem meu rosto, senti sua mão envolvendo meu pau e o puxando para frente e para trás de forma inexperiente mas, por isso mesmo, muito mais gostosa. Minhas mãos desceram de seus braços para sua bundinha redonda e firme... alisei a perfeição de suas nádegas calientes, abri suas duas bochechas e meu dedo viajou de sua xana para seu rego, minha língua massageava a dela naquela troca profana de saliva. Eu estava bêbado, ela estava bêbada, éramos irmão e irmã descobrindo o corpo um do outro.

Com cuidado, a deitei em meio aos lençois molhados de seu gozo e deitei sobre ela, com meu pau entre suas pernas. Com facilidade, deslizou para dentro de sua buceta, melada de gozo, quente de tesão... ela gemeu gostoso no meu ouvido, nossos corpos se encostaram por completo, senti os bicos de seus seios empinados roçarem nos pêlos do meu peito, suas pernas me fecharam em uma tesoura, suas mãos foram cravadas em minhas costas e ela sussurrou em meu ouvido: "me come, maninho... me fode, irmão... esquece quem eu sou, esquece quem você é... eu sou sua puta, você é meu estuprador... me come, vai...". Aquelas palavras dela me deixaram apaixonado e enlouquecido... estar bêbado e não poder vê-la no escuro deve ter ajudado muito no meu desempenho. Não importava mais se ela tinha meu sangue em suas veias, eu a havia beijado, havia tocado seu corpo e havia "tirado seu cabaço"... não tinha mais volta.

"Ah, Luana, meu tesão", eu sussurrava em seu ouvido enquanto vagarosamente ia no saudoso vai-e-vém dentro dela, e ela sá pedia mais em meio aos deliciosos gemidos. Sentia meu pau latejar implorando por um 3ª gozo naquela noite, sentia as paredes meladas de gozo dela apertarem meu pau e tentarem engoli-lo. Ela mordia o lábio inferior quando gemia forte e eu mesmo havia perdido o controle dos meus gemidos. Saber que eu estava ali comendo a minha irmãzinha me deu um novo fôlego para aquela transa... comecei a meter mais forte dentro dela e ela adorou a idéia, pedindo "mais forte, mais rápido, mete em mim, Eddie, mete em mim...". Ela destravou a chave de perna que havia feito em mim e fez pose de frango assado... eu continuava estocando forte dentro dela, tirando tudo e enfiando tudo de novo, sua buceta escorrendo no primeiro gozo que ela tinha com um homem de verdade e ela gritou... gritou de verdade, liberou tudo o que sentia, desabafou tudo o que acumulara naquele gozo em um grito saboroso de se escutar.

Mas meu gozo ainda estava preso, se acumulando, aguardando por ela. A coloquei de quatro no chão, ela se apoiando na cama: cheguei por trás dela, meu pau roçando no seu reguinho e descendo para a xaninha toda melada de seu gozo doce... meu pau a penetrou por trás e ela começou a rebolar gostoso pra mim. Ela olhava pra trás à medida que eu metia e continuava com aquele gemido gostoso naquela voz de criança. Meti nela como um cão metendo numa cadela, perdi as estribeiras, virei um animal de tanto tesão que estava sentindo em comer minha irmãzinha... mas não podia gozar dentro dela. Quando cheguei no ponto, tirei meu pau de dentro dela e a virei pra mim. Segurei sua cabeça e enfiei meu pau em sua boca, aí ela tomou a liberdade de continuar por mim. Segurou a base do meu pau com uma mão e com a outra o chupou, o sugou, o lambeu, me masturbou me chupando por alguns segundos e minha porra explodiu com meu grito de prazer... senti jatos grossos de porra indo para sua boca e vi essa mesma porra escorrendo dos cantos da boca dela e descendo pelo seu pescoço até seus peitos... ela lambuzou minha porra pelo corpo e continuou me chupando.

Depois de algum tempo, a deixei lá para se recompor e, pelado mesmo, voltei para o meu quarto, fazendo meus amigos rirem de mim e as garotas olharem cheias de intenções. Me deitei em cima da Denise, ainda de bruços da nossa última transa e descansei com ela até a manhã de domingo chegar. O povo foi acordado, foi partindo e ficamos apenas a Luana em seu quarto dormindo e eu e a Dê fazendo um 69 pra despertar. Desde então, a Luana e eu não fomos mais os mesmos. Ainda há uma certa reserva no ar, mas estamos bem, ainda somos irmãos, mas tivemos uma noite louca de incesto muito prazeroso. Não voltamos a fazer nada ainda... mas se puder acontecer, duvido muito que vamos negar a oportunidade.

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